domingo, 24 de maio de 2009

228.






Captei tantos voos. Mas nenhum era o meu!

Continuo presa neste chão frio, feito de pegadas cansadas.



O voo depois da chuva.
A liberdade depois do trovão.

A esperança depois do clarão
.


Não gosto de relampagos, não gosto de estar sozinha em casa.

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