Saboreia o que tens. Vai-te sempre saber a pouco (e esse pouco vai efemoramente encher-te o coração), mas saboreia-o.
E nos espaços longos que perduram de vazio, no sabor a pó, vais descobrir que o tempo passou, e perdeste uma vida a desejar voar como gaivota.
E assim se fez uma vida,
num ai.
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