segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

130.




Eu não falo para me ouvirem, eu não falo para me verem. Eu falo para ter a certeza que estou viva, para ouvir a minha voz e certificar-me que ainda há vida dentro de mim, que faz as minhas cordas tremerem. Não me interessa a compreensão, interessa-me existir.


a minha comunicação é outra

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