sexta-feira, 12 de setembro de 2008

64. Nunca parto inteiramente...


Fica sempre qualquer coisa, qualquer coisa por fazer. Às vezes quase lamento, mas são coisas que eu invento com medo de te perder. Deixei um livro marcado e um vaso de alecrim, abri o meu cortinado, fiz a cama de lavado para te lembrares de mim...

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